Como estimular seu bebê: o primeiro ano 28/05/2010
Posted by alessandrapilar in dicas, Uncategorized.Tags: bebê, bebês de 0 a 3 meses, como estimular seu bebê, como estimular seu filho, constatações de uma mãe, desenvolvimento, dica, dicas, estimulação infantil para bebês de 0 a 3 meses, papo de mãe, Série como Estimular seu Bebê, Uncategorized
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Atenção Mamães (e Papais) que estão chegando pela primeira vez aqui:
Esse blog mudou de endereço e essa postagem pode ser lida também no novo blog.
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Ou clicando na imagem abaixo:
Como prometido a série Como estimular seu bebê está de volta. Agora vou transcrever um pouco do primeiro ano do bebê e uma atividade para ser feita com essa faixa etária.
Pra quem tá chegando agora e não está entendendo nada, dá uma olhada no post “Como estimular seu bebê”.
No primeiro post eu trouxe atividades para os bebês maiores, na faixa etária dos 24 aos 36 meses. Agora vou tratar do primeiro ano, mais especificamente de 0 a 3 meses.
Como no post anterior volto a explicar que tudo o que está descrito aqui, foi extraído do livro”150 jogos para estimulação infantil” de Jorge Batllori e Victor Escandell. Para conhecer todas as atividades você deverá adquirir o livro (vale a pena!).
A seguir a descrição do Primeiro Ano do Bebê.
Continue lendo…
18 meses de vida! 20/10/2009
Posted by alessandrapilar in conversa, filhos, Uncategorized.Tags: 18 meses de vida, bebês, conversa, crescimento, desenvolvimento, desenvolvimento, filhos, manias, manias de bebê, Uncategorized
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É, ele tá crescendo! Muito e muito rápido.
Hoje é um dia importante: 1 ano e 6 meses!!!
E quanta coisa mudou nesse período. Tá cada dia mais esperto e mais ativo, cada dia uma novidade. Anda muito independente e esperto, uma loucura. Já sabe como me testar e faz isso constantemente. Quando quer alguma coisa faz aquela carinha de safado e, claro, consegue tudo. Anda, também, muito teimoso e não desiste de alguma coisa diante do primeiro não. Tem certeza que o computador, o celular, o telefone de casa, o controle remoto e o inalador são seus objetos pessoais, e nem tente tira-los de sua mão.
Algumas de suas manias:
- Gosta das coisas do seu jeito e não há o que o faça mudar de ideia.
- Gosta muito de frutas, mas nunca as come se tiverem no mesmo prato. Gosta de come-las cada uma por vez e em pratos diferentes. Não mistura comidas de jeito nenhum. (Nisso não puxou pro pai – hehehe)
- É muito exigente e com mania de organização. Gavetas sempre fechadas, tampas de qualquer coisa fechadas. Se abro o perfume ele tem que fechar e rápido, o mesmo serve para pomadas, shampoo ou qualquer outra coisa.
- Mas adora abrir uma gaveta e tirar tudo de dentro e mostrar-me que tá tudo desorganizado para que eu possa arrumar prontamente, senão reclama da demora.
- Gosta das mãos limpas, exige que passemos álcool antes de comer. E limpa a mesa também. (Será mania pós gripe? Não sei)
- Tem uma personalidade forte e é muuito temperamental.
- Vê o filme do Parangolé repetidamente, insistentemente. E não tente colocar outro dvd!
- Só gosta de assistir desenho no quarto da vó e reclama se ela muda de canal.
- Continua com a mania de comer bolinha de lã, não tanto quanto antes (ainda bem!).
- Faz música com qualquer barulho e dança. Aliás, no carro só fica quieto quando ligo o rádio senão é uma choradeira.
- Só come pão sem nada dentro. E se tentar enganar ele abre e reclama que tem algo diferente.
- É louco por carrinhos e bola, bem moleque mesmo.
- Adora uma câmera fotográfica. (Porque será né?)
- Não é simpático com ninguém à primeira vista, mas depois de um tempo é um palhaço e vive querendo fazer as pessoas darem risada.
Como não poderia ser diferente o amor parece que aumenta a cada dia com cada novidade: com um carinho no rosto espontâneo, com um sorriso quando chego para buscá-lo na escola, quando cai e pede socorro, quando bate o soninho e a única coisa que passa é um abraço apertado e um beijo no pescoço.
Amor que me faz acordar de madrugada pra ver se está coberto ou pra fazer um mamá se está com fome. Amor que não importa mais nada nem ninguém no mundo.
Amor imenso que faz um pedaço do coração viver fora do peito e atender pelo nome de Francisco! O meu Francisco.
Feliz 18 meses, meu filho!
bjinhos,
Mamãe
;o)
A ligação! 09/10/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, filhos, novidades, papo pessoal.Tags: brincadeira de criança, conversa, conversa de bebê, desenvolvimento, filhos, ligação, novidades, papo de bebê no telefone, papo pessoal, telefone
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Ando sem tempo de atualizar o blog, muito trabalho!!! Ufa.
Mas, esses dias consegui uma cena do Chico que vale a pena. O meu pequeno anda cada vez mais conversador e de vez em quando aparece com novidades. Agora quando pega o telefone bate altos papos. Eu só consegui pegar a conversa pela metade, ele já estava há um tempo andando com o telefone na mão e conversando com o papai. Até risadas ele dá, imitando a gente quando fala no fone.
Vejam e aproveitem.
(participação especialíssima da Dna. Nilza, a vovó mais coruja do planeta).
E já estou preparando vários posts sobre os últimos acontecimentos do pequeno. Aguardem!
bjinhos,
;o)
Nascimento dos dentinhos do bebê 08/09/2009
Posted by alessandrapilar in alimentação, conversa, dicas, filhos, saúde.Tags: alimentação, bebê, conversa, dentes, dentição do bebê, dentinhos dos bebês, desenvolvimento, dicas, dicas e truques, filhos, incômodos, mordedores, nascimento do dente, nascimento dos dentes do bebê, saúde
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Atenção Mamães (e Papais) que estão chegando pela primeira vez aqui:
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Os pediatras são enfáticos em afirmar que o nascimento dos dentes não causam grandes problemas para o bebê, além de gengiva inchada e baba. Mas toda mãe sabe que com o nascimento dos dentinhos podem ocorrer diversos outros incômodos. Esse é um assunto recorrente para toda mãe, pois até o nascimento de todos os dentes de leite vamos ouvir muuuuito falar disso e nos preocupar ainda mais.
Pois então que estamos passando por essa fase chata e incômoda nesse exato momento. E com os dentes rasgando a gengiva do Chico, vieram também muuuita febre e falta de apetite, além de um mau-humor de lascar. Embora o pediatra afirme que uma coisa não tem a ver com a outra, toda vez que algum dentinho começa a aparecer na boca dele, junto temos dois ou três dias de febre, baba, falta de apetite e diarreia. Logo que o dente consegue rasgar a gengiva e despontar tudo passa instantaneamente.
É uma fase normal e que vai passar, mas convém ficar alerta e observar se é isso mesmo que está causando esse transtorno. Em tempos de gripe A, é bom ficarmos de olho quanto aos sintomas que o bebê está apresentando.
A seguir coloquei em tópicos algumas dúvidas comuns das mamães durante essa fase. Se você tiver outra dúvida que não conste no post sobre esse assunto, pergunte. Estamos aqui pra aprender umas com as outras.
- Qual a idade certa pra aparecerem os primeiros dentinhos?
Essa é a pergunta mais comum das mamães e papais. Eu mesma tinha minhas dúvidas. Bom, os primeiros dentes do bebê podem aparecer até os 3 primeiros meses, mas esse período varia de criança para criança. Alguns nascem com dentinhos (muito raro, mas pode ocorrer) e outros demoram até quase um ano para terem seus primeiros dentinhos. Não fique preocupada se o dentinho do seu filho demorar para aparecer, é absolutamente normal.
O Chico teve seu primeiro dentinho aparecendo por volta dos três meses, mas ele só foi despontar realmente lá pelo 5º mês. No início do terceiro mês ele começou a babar muito e tava com a gengiva muito inchada e vermelha.
Outra característica que pode ajudar a mãe a perceber que o dente está vindo é que eles começam a colocar de tudo na boca pra coçar a gengiva. Se achar necessário, compre alguns mordedores, compramos dois tipos para ele nessa fase e foi bem legal, pois ajudava a coçar e aliviava um pouco o incômodo.

Mas pode ser que seu filho não goste tanto assim de produtos comprados como ajudante para coçar a gengiva e escolha objetos dos mais variados para esse fim:

Esse é muuuuito melhor para coçar a gengiva, manhê!

Meu primeiro dentinho tá vindo e quem paga é o pato!
É importante para a mamãe de primeira viagem observar bem os sintomas e estar atenta nesse período, pois ele poderá colocar tudo o que encontrar na boca para aliviar a dor e a coceira.
- Usar ou não medicamento para aliviar a dor?
Bom, na altura muita gente me dizia pra usar um tal produto(*) que promete aliviar esses incômodos. Mas eu questionei o pediatra sobre o uso e ele me informou que o mesmo não é indicado. Ele me disse que o produto não faz nada além de anestesiar o local, o que pode ser um problema para os bebês já que os mesmos podem engasgar com a saliva abundante que o nascimento do dente provoca. Ele me disse, ainda, que a coceira e o incômodo são necessários para esse processo natural e que o fato do bebê coçar com algum objeto não tem o menor problema (claro que devemos oferecer algo seguro para isso, né?). Eu optei por não usar o produto, achei o risco dele maior do que o problema da coceira e do nascimento dos dentes.
- A falta de apetite pode estar relacionada com o nascimento dos dentes?
Sim. Outro grande vilão nessa fase é a falta de apetite. O nascimento dos dentes geralmente é a fase em que o bebê se recusa a comer. E você vai ficando desesperada, pois oferece de tudo e ele rejeita. Fique tranquila, tente oferecer alimentos gelados e frios como frutas, pãozinho e iogurte. Parece que o alimento frio é mais fácil pra eles comerem do que os quentes. Eles aceitam melhor. Logo que o dente sair ele volta a comer normalmente.
- Em quanto tempo nascem os dentinhos?
Outra dúvida das mamães de primeira é sobre a duração do nascimento dos dentinhos. Pois bem, essa fase não costuma durar mais que 3 ou 4 dias. E todos os sintomas (febre, diarreia, falta de apetite, baba, bochechas vermelhas, assadura, coriza, salivação excessiva) também devem cessar nesse período. Por isso devemos estar atentas aos sintomas e sempre levar ao pediatra pra ver se é só isso mesmo o que está acontecendo. Não hesite em ligar para o pediatra se você tiver dúvidas.
- A importância da higiene bucal desde cedo.
É muito importante fazer a higiene bucal do bebê desde o nascimento. Hoje você pode achar nas farmácias uma escovinha que se encaixa no dedo própria pra essa higiene, mas se quiser pode usar uma fraldinha úmida (como nossas avós faziam sem problema ;o)). O importante é o bebê se acostumar com a higiene e com a sua mão na boca dele desde cedo. Vai ser mais fácil ele gostar de escovar os dentes quando for mais velho. Após o nascimento dos dentes devemos começar a escová-los sempre. Depois que nasceram os dentinhos eu usava somente a escova de dentes com água para higienizar. Existe no mercado algumas pastas sem flúor para essa fase (leia a embalagem e veja pra que idade a pasta é indicada), mas eu só comecei a usá-la quando o Chico já estava mais velho (por volta dos 11 meses mais ou menos).
- Qual o tempo entre o nascimento de um dente e o surgimento dos outros?
Esse período também pode variar de criança para criança. No meu caso demorou muuuuito para aparecerem os outros dentinhos. Se aconteceu com seu filhote, não se preocupe que é normal. O Chico ficou com os dois dentinhos de baixo por quase 6 meses. Só então começaram a despontar os de cima. Mas quando esses vem parece que os outros vão se animando e saem um após o outro.

só os de baixo por um bom tempo

com 11 meses vieram os de cima
(Chico já está com 6 dentinhos em cima e 4 bem vistosos em baixo. Fora os dois últimos que estão nesse momento rasgando sua gengivinha de baixo e provocando os mais diversos incômodos. )
E essa semana tivemos todos os sintomas do nascimento de mais dentinhos e como já estou escolada neles logo percebi a causa da febre alta, da irritação, da baba, da falta de apetite e da diarreia. Lá estavam os mais novos companheiros do Francisco, logo ao lado dos primeiros dentinhos que ele ganhou. Depois de três dias de febre e todo o resto, agora já podemos observar os novos amiguinhos bem bonitinhos.
E, segundo reza a lenda, agora eles virão um após o outro. Já estou me preparando para todos eles com muita paciência e calma.
Esse assunto é extenso e muitas outras dúvidas poderão surgir no percurso. Se eu deixei de falar de alguma coisa comente, pergunte. E também participe contando suas experiências nessa fase, é muito importante a sua participação.
bjinhos,
;o)
(*)PS1: resolvi não colocar o nome do produto para o dentinho do bebê, se você decidir usar consulte primeiro o pediatra do seu bebê, ok?
PS2: Todas as fotos desse post são de minha autoria. Se quiser usar em outro lugar, entre em contato comigo, por gentileza!
Francisco está andando!!! 02/08/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, filhos, papo pessoal.Tags: andar, bebê, bebê andando, brincadeira de criança, conversa, desenvolvimento, filhos, meu filho está andando, os passos do bebê, papo pessoal, passos, primeiros passos do bebê
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Pois é, ontem tivemos essa novidade aqui em casa. O Chico começou a dar seus primeiros passinhos sozinho.
Êbaaaaaaa!!!!
Claro que ele anda uns 3 ou 4 passos e cai, mas se levanta sozinho e continua. Ainda chama por nós pra mostrar a novidade.
Ontem ele chamava o pai e continuava andando.
Logo volto com mais novidades da nova fase do Chico.
bjinhos,
;o)
Escola e bebês: como tomar essa decisão. 15/06/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, dicas, educação, escola, filhos, papo pessoal, Uncategorized.Tags: a hora de escolher, bebê, bebês, brincadeira de criança, como escolher a escola, conversa, decisão, desenvolvimento, dica, dicas, educação, escola, escolha, filhos, mãe, papo pessoal, Uncategorized
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Quando decidimos colocar o Francisco numa escolinha, choveu críticas e questionamentos. A família e os amigos diziam que ele era muito novinho (11 meses quando foi pra aula pela primeira vez), de que era cedo, que podíamos esperar ele crescer mais um pouquinho. Mas é fácil você falar e criticar, difícil é ter um bebê em casa que quer atenção o tempo todo, e você tem casa pra cuidar, trabalho pra fazer, faculdade pra terminar. Essas coisas não passam pela cabeça das pessoas, que cada um tem suas atividades diárias e que não podem ficar paradas. E se você trabalha em casa, como eu, as pessoas não acham que seja um grande problema ter que ficar atrás do bebê engatinhando pela casa toda.
Depois de muito pensar e repensar, analisar prós e contras e finalmente decidir que já era hora comecei então uma pesquisa nas escolas próximas de casa. Peguei informações na internet, folders, informações com outros pais e reuni todo o material necessário para decidir qual era a melhor opção no caso do meu filho.
É importante, nesse momento de escolha do local que você tenha toda a informação possível sobre o estabelecimento que vai cuidar do seu filho. Você deve ficar segura que ele estará bem cuidado e que a escola reúna todas as condições para melhor atender o pequeno, na fase em que ele se encontrar.
No meu caso, decidi por dois colégios que eu já conhecia de nome e de indicações de amigos, e que cabiam no meu orçamento. Agora faltava visitar o espaço e ver se as escolas atendiam todas às minhas expectativas quanto ao espaço e ambiente. Acho esse o ponto mais importante: nós, como pais e mães, precisamos estar seguros que nossos filhos estarão bem e que o ambiente esteja de acordo com nossos interesses.
Armada de todas as informações segui rumo à primeira escola pra visitar o espaço e entender a metodologia da mesma. Já na portaria me repassaram um folder com preços e informações sobre a escola. Perguntei se era possível visitar a sala, conhecer as professoras, conhecer a escola e eles me informaram que não era possível. Como assim? Vou deixar meu filho de menos de um ano em um local que eu não conheço? Pra mim essa informação foi decisiva sobre o estabelecimento. Não tinha adaptação para ele, eu o entregaria para a professora e não teria nem como conhecer o ambiente em que ele estaria. Pra mim não dava.
Vamos então à segunda opção. Entrei na escola pedindo informações e uma coordenadora muito simpática me pegou pelo braço e me levou ao espaço destinado para os pequenos, e me explicou detalhadamente como tudo funcionava ali. Logo depois veio a diretora e me levou para conhecer todo o ambiente da escola, explicou como funcionava a alimentação dos pequenos, me disse que ele teria que fazer uma adaptação onde eu entraria na sala para ele sentir confiança e que eu poderia ficar à vontade para levá-lo o tempo que fosse necessário. No meu caso eu expliquei que não queria levá-lo todos os dias, pois não achava que era necessário agora no começo que ele ficasse tanto tempo na escola. E ela me explicou que eu decidiria o que seria melhor para meu filho.
O ambiente era seguro, totalmente preparado para os pequenos, a sala de aula totalmente esterilizada, onde precisávamos colocar uma pantufa para entrar em sala e esterilizar as mãos com álcool. Se eu estava com dúvidas, todas se dissiparam naquele momento, aquele era o ambiente para acolher meu filho nesse primeiro contato dele com a escola.
O mais importante é você colocar na balança o que é importante para você como mãe e pai. Não siga o que os outros pensam sobre o local, vá até lá e tire suas próprias conclusões. Afinal é o seu filho que você vai deixar com essas pessoas, e você deve confiar totalmente no estabelecimento.
Fizemos dois dias de adaptação, a mais rápida da turma segundo a professora. O Francisco já ficou totalmente à vontade desde o primeiro momento. E me deu tchau no segundo dia, pulando para o colo da professora, quer dica maior de que ele gostou do lugar? Eu não tive dúvidas e estou totalmente feliz com minha escolha.

A prova de que o Francisco gostou da escola!
Então é isso, se você decidir que chegou a hora de colocar seu bebê numa escola, faça uma lista do que é importante para você que a escola forneça. Pra mim pode ser uma coisa e pra você outra, então é muito importante que a gente siga a intuição e faça uma análise bem séria de prós e contras até decidir pela melhor opção. E não hesite em perguntar, tirar dúvidas, fazer questionamentos, visitar o espaço, conhecer pessoalmente as professoras.
Veja algumas coisas que você deve observar quando for visitar a escola:
- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê.
- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio.
- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê.
- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só.
- Atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças?
Essas são algumas ideias do que você deve perguntar. Adapte as informações e o que você vai perguntar ao que você acha importante.
Converse, questione, pergunte. Tenha certeza de que o espaço é ideal para a educação do seu filho. A escola deverá atender a todas as suas expectativas e se for confiável não hesitará em te responder a todos os questionamentos prontamente.
Esse é um assunto delicado e longo. Poderia falar sobre isso por horas, mas acho que já falei demais.
É isso.
PS: Se você tem algum tipo de experiência diferente com a escolha da escola do seu filho, não deixe de entrar em contato e contar pra mim. Ok?
PS2: Não estou aqui fazendo propaganda de nenhum estabelecimento, em função disso suprimi o nome das escolas citadas.
Engatinhar é necessário para o desenvolvimento. 08/06/2009
Posted by alessandrapilar in conversa, dicas, filhos, papo pessoal, saúde.Tags: chão, conversa, desenvolvimento, dicas, engatinhando, engatinhar, estudos, fases, filho, filhos, liberdade, neurológico, papo pessoal, saúde
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Muitas vezes os pais acham que se o bebê andar logo é por que ele é mais inteligente ou mais esperto. Mas você sabia que é muito importante para o desenvolvimento neurológico do bebê que ele engatinhe?
Pois é a mais pura verdade.
Todas as etapas do desenvolvimento de uma criança são igualmente importantes, mas o engatinhar estimula o desenvolvimento sensório-motor. Pular a fase do engatinhar pode trazer prejuízos no desenvolvimento da criança.

Francisco engatinhando aos 8 meses
Estudos realizados pelo Instituto de Psicologia Neurofisiológica de Chester, na Inglaterra, indicam que os bebês são colocados muito tempo sentados em cadeiras e pouco tempo no chão, impedindo a oportunidade de engatinhar, levando a prejuízos na fala e escrita.
A partir do sétimo mês, aproximadamente, os bebês começam a perceber que eles e as mães não são a mesma coisa. Juntamente com essa consciência vem também a consciência de seu corpo. O bebê vai então desfrutar de uma incrível sensação de liberdade. Ele estará apto para realizar as primeiras expedições pela casa.
“É a descoberta de um novo mundo, a criança cria novas relações espaciais e ganha um repertório mais amplo”, afirma Dr. Mauro Muszkat,. Agora tudo é uma ação motora.“A partir da experiência corporal, das novas vivências, o bebê constrói imagens e pensamentos”, acrescenta a psicomotricista Izabel Bicudo.
O desenvolvimento das crianças pode ser avaliado por três aspectos: neuromotor, anato-fisiológico e psicológico. O primeiro é responsável pela consciência do eixo corporal, que é fundamental para o equilíbrio e as noções de lateralidade (percepção do que está à direita ou à esquerda, na frente ou atrás…). O segundo está ligado ao fortalecimento muscular, à formação da curvatura cervical e lombar, posicionando a coluna de forma mais correta, e à curva plantar, que o pezinho do bebê não tinha antes. Nessa fase de início de independência, de autonomia e mobilidade, a criança descobre que a mãe é uma coisa e ela outra.
“Até então, o bebê achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. O desenvolvimento psicológico surge a partir das experiências corporais”, completa Izabel.
Então, coloque seu filho no chão e deixe que ele ganhe o mundo.
Ok, você vai me perguntar: mas meu filho já anda, e não engatinhou, e agora? Ele não se desenvolverá por causa disso?
Na verdade mesmo que ele tenha pulado essa fase importante e já esteja andando, você pode estimula-lo a engatinhar com brincadeiras. Estimule-o a engatinhar espalhando brinquedos de seu interesse pela casa, você também pode imitar o ato de engatinhar, logo ele achará um barato engatinhar atrás de você e vai adorar a nova brincadeira. O importante é que ele não pule essa fase.
A vivência que a criança adquire arrastando-se pelo chão é fundamental para o amadurecimento do mesencéfalo – parte do cérebro responsável pela remessa de mensagens ligadas à realização de movimentos. Com o deslocamento do bebê, os dois hemisférios cerebrais passam a trabalhar unidos.
E o mais importante: não tenha receio de seu filho engatinhar. Deixar a criança no chão é ótimo para o desenvolvimento dela. Prepare o ambiente para que fique seguro e confortável. Cuidado com tomadas, quinas de mesa e outras situações que possam colocá-lo em perigo. Se achar necessário faça alguns possíveis caminhos nessa posição, você poderá observar o ambiente pela visão do bebê e terá mais chances de notar situações perigosas.
O Francisco está com 1 ano e 1 mês e ainda está na fase do engatinhar. E todos me perguntam se ele já anda: não. Ele se apoia nas coisas, levanta, anda encostado nas paredes, mas não teve ainda coragem pra se lançar por aí. E tudo bem, cada criança é única e tem seu tempo para as coisas. Acho que o maior problema são os pais querendo apressar as coisas. Enquanto ele estiver com o desenvolvimento perfeito como está até agora, deixa que ele descubra o mundo no tempo dele.
Quando ele tiver que andar, vai andar. Enquanto isso deixa que o sistema neurológico dele continue se desenvolvendo.

Francisco explorando a casa aos 11 meses
.É isso.












