Como estimular seu bebê: o primeiro ano 28/05/2010
Posted by alessandrapilar in dicas, Uncategorized.Tags: bebê, bebês de 0 a 3 meses, como estimular seu bebê, como estimular seu filho, constatações de uma mãe, desenvolvimento, dica, dicas, estimulação infantil para bebês de 0 a 3 meses, papo de mãe, Série como Estimular seu Bebê, Uncategorized
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Atenção Mamães (e Papais) que estão chegando pela primeira vez aqui:
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Como prometido a série Como estimular seu bebê está de volta. Agora vou transcrever um pouco do primeiro ano do bebê e uma atividade para ser feita com essa faixa etária.
Pra quem tá chegando agora e não está entendendo nada, dá uma olhada no post “Como estimular seu bebê”.
No primeiro post eu trouxe atividades para os bebês maiores, na faixa etária dos 24 aos 36 meses. Agora vou tratar do primeiro ano, mais especificamente de 0 a 3 meses.
Como no post anterior volto a explicar que tudo o que está descrito aqui, foi extraído do livro”150 jogos para estimulação infantil” de Jorge Batllori e Victor Escandell. Para conhecer todas as atividades você deverá adquirir o livro (vale a pena!).
A seguir a descrição do Primeiro Ano do Bebê.
Continue lendo…
Fraldas pra que te quero! 29/06/2009
Posted by alessandrapilar in conversa, dicas, filhos, papo pessoal, saúde.Tags: bebê, conversa, dica, dicas, estocar, experiência pessoal, filho, filhos, fraldas, mamãe, marca de fraldas, papo pessoal, qual fralda usar, saúde, teste de fraldas
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Hoje o assunto é: Fralda.
Depois que Francisco nasceu eu posso me considerar uma especialista em fraldas. Nem tanto né? hehe. Mas o fato é que nesses 435 dias de vida dele, se contarmos que ele use uma média de 8 fraldas/dia, temos:
435 x 8 = 3480 fraldas no total!!! Ufa!
Acho que posso me considerar uma especialista, né?Já troquei fralda em cada lugar que vocês não podem imaginar: desde carro, banco de praça, sala da casa de amigos, equilibrando no joelho. Coitadinho. Mas tem hora que não tem jeito e vai do jeito que der.
Nesse vai e vem de trocas e fraldas, posso dizer que já testamos quase todas as marcas existentes no mercado.
O erro de toda grávida de primeira viagem é seguir conselho dos outros que você precisa de um estoque de fraldas. Então logo que engravidei corri pra estocar as ditas. Comecei errando e comprei um monte de pacotes P (que usamos muito pouco, bebês crescem muito rápido). Daí uma amiga me alertou e comecei então a estocar as de tamanho M, que usamos muito mais. Eu, previnida que sou, comecei logo enchendo a casa com esse item de primeira necessidade do bebê.
Claro que é importante ter reserva de fralda, pois com o bebê de dias fica difícil correr atrás de fralda (apesar de você poder pedir pro marido correr na farmácia pra buscar mais, mas enfim). Sinceramente o conselho como mãe que passou por isso que eu dou para outras mamães de primeira como eu é que tenham “CALMA”. Não saiam por aí comprando pacotes e mais pacotes.
Vocês me perguntarão: Por quê?
Porque o seu bebê pode ser alérgico a determinado tipo de fralda, ou a mesma pode não suportar o volume de xixi e cocô dele e vazar e outras tantas questões que a gente nem lembra, mas que devem ser pensadas.
Pensando nisso, resolvi passar um pouco da minha experiência como mãe de primeira viagem.

Bom, aconteceu comigo o seguinte: quando grávida de 4 meses encontrei uma promoção da Fralda Cremer(*) e comprei logo diversos pacotes pra estocar. Ganhei outros tantos da mesma marca. E então Francisco nasceu, vamos às fraldas e adivinha o que aconteceu? Ele tinha alergia à ela, ficava todo empolado, vermelho e começava a assar. Resultado: pacotes e mais pacotes no armário sem utilidade e “DINHEIRO JOGADO FORA”.

Testei também a Fralda Pompom(*) mas não gostei. Pelo menos pra ele não durava muito tempo, enchia e vazava. Kilos de roupa pra lavar e passar era o resultado de um pacote dessa fralda. Ele também assava e ficava vermelhinho. Desastre total.
Partimos então para a Fralda Pampers(*) que se comportou bem com meu filhote. Segurava bem o xixi até a próxima troca e raramente vazava. Ele ficava mais tempo sequinho o que não provocava assadura. O único porém é que a fita que prende a fralda é meio solta e às vezes rasga quando vamos colocar no nenê, tem que ter cuidado. Fora isso eu aprovei e usei muito tempo. A antiga noturna era maravilhosa, aguentava uma noite inteira como prometia. Daí inventaram aquela noite e dia com a tal fita centopeia, mas eu particularmente não gostei. A fita elástica é uma ideia maravilhosa pois dá mais movimento para o bebê, mas a fralda enche logo e começa a soltar o gel. Não aguenta muito tempo de xixi do bebê e vaza.

Partimos então para a Fralda da Turma da Mônica (*) seguindo o conselho de uma amiga. Adorei. Ela tem um preço bem razoável e é bem boa. Aguenta bem os movimentos do Francisco e raramente vaza. A fita que fecha é bem firme e não rasga. Desde então é a preferida aqui em casa.
Às mamães de primeira viagem eu dou um conselho: não corram pra estocar muitos pacotes de fralda. Se quiserem se prevenir comprem um de cada marca e testem em seu bebê. Só a experiência dirá o que é melhor para vocês. De repente a fralda que não foi boa pra mim será a melhor para vocês. Cada bebê é um ser único, com um tipo de pele, alergias etc. Só testando a gente consegue descobrir o que é melhor para nossos filhos.
Espero com esse post ajudar outras mamães.
Se você teve uma experiência diferente com determinada marca citada acima, deixe seu comentário, participe. Vamos trocar nossas experiências! Podemos dessa forma ajudar outras mamães a sanar suas dúvidas.
beijinhos,
;o)
(*)PS.: Usei as marcas citadas e tudo o que eu escrevi é minha experiência pessoal. Não quer dizer que essa ou aquela seja melhor ou pior. Tudo o que está descrito foi o que aconteceu no meu caso com meu filho.
Escola e bebês: como tomar essa decisão. 15/06/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, dicas, educação, escola, filhos, papo pessoal, Uncategorized.Tags: a hora de escolher, bebê, bebês, brincadeira de criança, como escolher a escola, conversa, decisão, desenvolvimento, dica, dicas, educação, escola, escolha, filhos, mãe, papo pessoal, Uncategorized
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Quando decidimos colocar o Francisco numa escolinha, choveu críticas e questionamentos. A família e os amigos diziam que ele era muito novinho (11 meses quando foi pra aula pela primeira vez), de que era cedo, que podíamos esperar ele crescer mais um pouquinho. Mas é fácil você falar e criticar, difícil é ter um bebê em casa que quer atenção o tempo todo, e você tem casa pra cuidar, trabalho pra fazer, faculdade pra terminar. Essas coisas não passam pela cabeça das pessoas, que cada um tem suas atividades diárias e que não podem ficar paradas. E se você trabalha em casa, como eu, as pessoas não acham que seja um grande problema ter que ficar atrás do bebê engatinhando pela casa toda.
Depois de muito pensar e repensar, analisar prós e contras e finalmente decidir que já era hora comecei então uma pesquisa nas escolas próximas de casa. Peguei informações na internet, folders, informações com outros pais e reuni todo o material necessário para decidir qual era a melhor opção no caso do meu filho.
É importante, nesse momento de escolha do local que você tenha toda a informação possível sobre o estabelecimento que vai cuidar do seu filho. Você deve ficar segura que ele estará bem cuidado e que a escola reúna todas as condições para melhor atender o pequeno, na fase em que ele se encontrar.
No meu caso, decidi por dois colégios que eu já conhecia de nome e de indicações de amigos, e que cabiam no meu orçamento. Agora faltava visitar o espaço e ver se as escolas atendiam todas às minhas expectativas quanto ao espaço e ambiente. Acho esse o ponto mais importante: nós, como pais e mães, precisamos estar seguros que nossos filhos estarão bem e que o ambiente esteja de acordo com nossos interesses.
Armada de todas as informações segui rumo à primeira escola pra visitar o espaço e entender a metodologia da mesma. Já na portaria me repassaram um folder com preços e informações sobre a escola. Perguntei se era possível visitar a sala, conhecer as professoras, conhecer a escola e eles me informaram que não era possível. Como assim? Vou deixar meu filho de menos de um ano em um local que eu não conheço? Pra mim essa informação foi decisiva sobre o estabelecimento. Não tinha adaptação para ele, eu o entregaria para a professora e não teria nem como conhecer o ambiente em que ele estaria. Pra mim não dava.
Vamos então à segunda opção. Entrei na escola pedindo informações e uma coordenadora muito simpática me pegou pelo braço e me levou ao espaço destinado para os pequenos, e me explicou detalhadamente como tudo funcionava ali. Logo depois veio a diretora e me levou para conhecer todo o ambiente da escola, explicou como funcionava a alimentação dos pequenos, me disse que ele teria que fazer uma adaptação onde eu entraria na sala para ele sentir confiança e que eu poderia ficar à vontade para levá-lo o tempo que fosse necessário. No meu caso eu expliquei que não queria levá-lo todos os dias, pois não achava que era necessário agora no começo que ele ficasse tanto tempo na escola. E ela me explicou que eu decidiria o que seria melhor para meu filho.
O ambiente era seguro, totalmente preparado para os pequenos, a sala de aula totalmente esterilizada, onde precisávamos colocar uma pantufa para entrar em sala e esterilizar as mãos com álcool. Se eu estava com dúvidas, todas se dissiparam naquele momento, aquele era o ambiente para acolher meu filho nesse primeiro contato dele com a escola.
O mais importante é você colocar na balança o que é importante para você como mãe e pai. Não siga o que os outros pensam sobre o local, vá até lá e tire suas próprias conclusões. Afinal é o seu filho que você vai deixar com essas pessoas, e você deve confiar totalmente no estabelecimento.
Fizemos dois dias de adaptação, a mais rápida da turma segundo a professora. O Francisco já ficou totalmente à vontade desde o primeiro momento. E me deu tchau no segundo dia, pulando para o colo da professora, quer dica maior de que ele gostou do lugar? Eu não tive dúvidas e estou totalmente feliz com minha escolha.

A prova de que o Francisco gostou da escola!
Então é isso, se você decidir que chegou a hora de colocar seu bebê numa escola, faça uma lista do que é importante para você que a escola forneça. Pra mim pode ser uma coisa e pra você outra, então é muito importante que a gente siga a intuição e faça uma análise bem séria de prós e contras até decidir pela melhor opção. E não hesite em perguntar, tirar dúvidas, fazer questionamentos, visitar o espaço, conhecer pessoalmente as professoras.
Veja algumas coisas que você deve observar quando for visitar a escola:
- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê.
- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio.
- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê.
- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só.
- Atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças?
Essas são algumas ideias do que você deve perguntar. Adapte as informações e o que você vai perguntar ao que você acha importante.
Converse, questione, pergunte. Tenha certeza de que o espaço é ideal para a educação do seu filho. A escola deverá atender a todas as suas expectativas e se for confiável não hesitará em te responder a todos os questionamentos prontamente.
Esse é um assunto delicado e longo. Poderia falar sobre isso por horas, mas acho que já falei demais.
É isso.
PS: Se você tem algum tipo de experiência diferente com a escolha da escola do seu filho, não deixe de entrar em contato e contar pra mim. Ok?
PS2: Não estou aqui fazendo propaganda de nenhum estabelecimento, em função disso suprimi o nome das escolas citadas.
Programa de Domingo pode ser divertido 14/06/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, dicas, filhos, papo pessoal.Tags: ar livre, brincadeira, brincadeira de criança, conversa, criança, dica, dicas, diversão, domingo, filhos, papo pessoal, parque, passeio, shopping, teatro
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O que fazer com os pequenos num domingo??? Essa pergunta sempre ronda a cabeça de pais nas cidades grandes e até em cidades pequenas, não é?
O ideal é que a gente procure por programas em que possamos envolver toda a família.
EM DIAS DE SOL:
Com sol é sempre mais fácil arranjar o que fazer, pois qualquer passeio vira uma festa. Uma dica interessante são os parques (no caso de Curitiba temos boas opções para um domingo a tarde). Mas esteja preparado para encontrar parques cheios de gente, cachorro, bola, passarinho e todo o pacote que acompanham passeios assim. Se tudo isso não te incomodar é gostoso também andar num parque com um sol, ainda mais com esse friozinho que temos no momento. Aquece a alma e é muito bom para as crianças o contato com a natureza.
Se você mora na praia, ótimo. Pegue um boné e vá dar uma volta à beira-mar. O ar marinho é perfeito para os pimpolhos. Agasalhe seu pequeno por causa do vento, ainda mais nessa época do ano onde são comuns os resfriadinhos. Mas curta, aproveite o dia.
Procure sair com seus filhos. É muito bom para eles e pra você.
Ah! Outra coisa, coloque uma roupa bem confortável e deixe que ele se suje, que explore o mundo. Nada de ficar controlando seus passos para que ele não se suje. O mais gostoso de ser criança é ter liberdade para fazer o que quiser e como já dizia aquela marca de sabão: SE SUJAR FAZ BEM… hehe. Concordo. Criança feliz e saudável se suja, e não tem mal nenhum nisso. Depois você coloca tudo na máquina e pronto. Não se importe tanto com isso.
COM CHUVA:
Com chuva a gente só tem vontade de ficar deitado. Mas resista à tentação de ficar em casa: saia pra algum lugar abrigado como um shopping ou melhor ainda: leve o pequeno no TEATRO. Sempre encontramos boas sugestões de peças bem legais pra assistirmos no domingo a tarde. Se você estiver em Curitiba vou te dar uma dica de espetáculo para assistir nos próximos domingos (quem sabe não nos encontramos por lá, hein?).

Ópera de Carvão e Flor
Uma história de amizade entre Catulino, um menino carvoeiro e Ana, uma vendedora de flores. Com muita poesia e humor, a peça faz uma crítica ao trabalho infantil reafirmando o direito fundamental das crianças de brincar, sonhar e viver com dignidade. Para abordar o tema, o grupo optou por fazer um musical, com bonecos de diversas técnicas, máscaras e atores cantores. Este é um projeto da Cia Filhos da Lua – Teatro de Bonecos e da Fundação Cultural de Curitiba.
Parque São Lourenço, Teatro Cleon Jacques
Aos Domingos 14 e 21 de junho- 16h
R$ 5,00 (individual), R$ 8,00 (para duas pessoas) e R$ 12,00 (para três ou quatro pessoas)
Vale a pena conferir!
.É isso.
Você quer ganhar um balde? 11/06/2009
Posted by alessandrapilar in conversa, dicas, filhos, saúde.Tags: balde, banho, bebê, concurso cultural, conversa, dica, dicas, filhos, promoção, saúde, sorteio
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Calma, não comecei a caducar. Não vou começar a sortear prêmios malucos no blog não.
Mas vocês lembram que no post “O Banho e o Choro: combinação fatal!” eu falei sobre aquele balde pra dar banho no bebê? Pois então que o site www.bebe.com.br está sorteando um pra mamãe que completar a frase: ” A Hora de dar banho no bebê é…”
Se você quer ganhar um corre lá, se inscreva, crie uma frase bem bacana e pronto, já estará concorrendo!
Se você ganhar, venha aqui contar sobre sua frase e principalmente se o balde funcionou com seu pimpolho, combinado? ;o)
.É isso.
Todo bebê deve ter uma rotina sim! 06/06/2009
Posted by alessandrapilar in alimentação, conversa, dicas, filhos, livro, papo pessoal, sono.Tags: alimentação, bebês, conversa, dica, dicas, EASY - rotina, estrutura, fase, filhos, ideia, livro, pais, papo pessoal, primeiros meses, rotina, sono
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Atenção Mamães (e Papais) que chegaram hoje aqui:
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O maior erro dos pais de primeira viagem é não criar uma rotina para o seu bebê. Sei, por experiência, que isso é terrível para eles e para nós pais que estamos totalmente cansados nesses primeiros meses e vamos viver em função da criança.
Primeiro dia em casa, bebê no colo, muito cansaço dos 9 meses de incômodos físicos e alimentares. De repente você não tem que cuidar só de si, mas de um pacotinho indefeso que faz xixi e cocô a cada hora e mama de 2 em 2 horas. Vivo numa cidade fria e Francisco nasceu em abril (pra nós aqui o início do friozinho) e pra piorar começou a esfriar de verdade.
Levantar durante a madrugada já é difícil, imagina fazer isso com frio e cansada como eu estava. Pronto, foi a gota d’água pra eu não colocar o bichinho numa rotina. E prontamente ele sacou e me fez entrar em sua rotina. Mamava a toda hora e dormia no peito. E eu estava esgotada.
Nas primeiras semanas foi isso o tempo todo e logo ele já estava acostumado a essa nova rotina totalmente louca. Não dormia nada durante o dia e por isso mamava o tempo todo e também não dormia quase nada durante a noite, o que o deixava estressado e cansado.
Preciso dizer que virei um zumbi? Andava me arrastando pela casa. Arrancando os cabelos literalmente. E foi assim nossos primeiros meses de convivência e aprendizado. Ele rejeitava terminantemente o berço e só queria dormir no aconchego do colo. Depois começaram as terríveis cólicas (falaremos disso num outro post). E a casa era um berreiro sem fim.
E todo mundo dizia: quando ele dormir, dorme também. Fácil falar, mas como fazer isso? Quando ele dormia (o que era bem raro) eu ía tomar banho, fazer comida, lavar e passar as roupinhas dele e essas coisas que não se fazem sozinhas ou por um passe de mágica. Acho que esse tipo de conselho só funciona pra quem tem empregada em casa, pois daí você não tem esses outros afazeres.
Nessa hora a rotina que eu não tive paciência pra fazer no começo me fez muita falta.
Lá pelos 3 meses, num dia de total desespero, onde eu já não sabia mais o que fazer fui pra internet buscar uma alternativa. Foi então que eu descobri o livro “A Encantadora de Bebês resolve todos os seus problemas” de Tracy Hogg e Melinda Blau**. Opaaaa… essa “Encantadora” TEM que me ajudar. Eu tava topando tudo, e encantamentos já começavam a fazer parte da minha lista de ideias do que fazer, mas torcia pra não ter que correr atrás de uma galinha preta pois eu tenho um certo receio desse bicho.
Mas não, a Tracy não faz poções mágicas, nem te ensina receitas de simpatias com galho de arruda e essas coisinhas. O Encantamento dela é outro e funciona.
De maneira bem simples e eficaz ela ensina técnicas pra você colocar o bebê na linha, ou seja, numa rotina estruturada que ela chama de E.A.S.Y. (Eating ou Alimentação – Activity ou Atividade – Sleeping ou Sono e You – VOCÊ). Mas de Easy não tem nada, é difícil e você tem que ter persistência, ainda mais se o bebê já estiver fora da rotina por muito tempo. Basicamente a técnica diz que os bebês precisam de um rotina cíclica contendo essas 3 etapas em sequência. E pra cada etapa do bebê deve ser seguida uma rotina diferente, pois bebês mais novos devem se alimentar mais vezes do que os mais velhos.
Os pais devem ter persistência e seguir a rotina que ela ensina. Devem se cuidar pra não sair da rotina, pois o bebê logo vai se acostumar com ela e você vai ficar mais livre e tranquila. Segure a tentação de deixar o bebê fazer o que quer e quando quer. Tente controlar também as visitas em casa, pra não estressar o bebê e você, pois visita é bom mas quando a gente tem um bebê em casa é muito cansativo. Não tenha vergonha de conversar com seus amigos e familiares e explicar que está tentando estruturar uma rotina pra seu filho, com certeza eles vão entender o momento de vocês e respeitar. Quem já foi pai e mãe sabe como são as primeiras semanas e até os primeiros meses, e com certeza vão esperar o bebê crescer um pouquinho para visitá-lo.
E, principalmente, tenha certeza que realmente essa é uma FASE, complicada, estressante, cansativa, que parece que não vai terminar nunca. Mas de repente PASSA. E você vai ter mais uma história pra contar como eu estou fazendo hoje.
Espero ter ajudado um pouco com a dica de hoje. E se você teve outro tipo de experiência sobre esse assunto e quiser compartilhar, fique à vontade. Vou adorar.
bjinhos,
**Não, esse post não é patrocinado, nem estou ganhando nada para falar do livro. Eu comprei o livro sim e não obtive desconto por escrever sobre ele.
Para quem pediu, aqui o primeiro post da Série sobre a Rotina EASY! Leia!
O Banho e o Choro: combinação fatal! 05/06/2009
Posted by alessandrapilar in conversa, dicas, filhos, papo pessoal, saúde.Tags: água, banheira, banho, bebês, berreiro, choro, conversa, dica, dicas, filhos, fralda, mãe, papo pessoal, primeira viagem, Rozenlândia, Rozenlândia Baby, saúde, susto, truque
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Mãe de primeira viagem fica totalmente apavorada na hora do primeiro banho. Se você não ficou parabéns pra você.
Eu fiquei. Tanto que na maternidade quem deu o banho foi a enfermeira. Mas o segundo banho do Francisco (e o meu primeiro banho num nenêm) foi totalmente desajeitado, e assustador.
Como eu falei no post anterior, eu li tudo sobre o assunto e nesse tudo está incluído como dar banho, como segurar o bebê, vi vídeos na internet de um banho num bebê. E achava (santa ignorância) que seria a coisa mais natural do mundo, que ele estaria calminho como o bebê da internet. Mas na hora do “vamo vê” era eu, o Francisco, a banheira e Deus!!! hehe. Brincadeiras à parte, primeiramente o pequeno começou a gritar em contato com a água, e pra meu desespero não parou mais. Quanto mais eu tentava acalmá-lo e me acalmar, mais ele berrava a plenos pulmões.
Tá, eu sabia que talvez ele chorasse no primeiro banho. Mas não esperava que seria assim um berreiro sem fim. E isso foi me apavorando, eu nem sabia mais o que fazer. Se colocava o sabonete, se lavava a cabeça, se limpava o bumbum, se tirava ele da água sem lavar. Uma outra mãe (já descolada, na 3ª filha) veio me socorrer e me ajudar a terminar com o banho dele. Mico total! hehehe. Mas a gente tem que dar a mão à palmatória que não nasce sabendo tudo, e eu recebi a ajuda e agradeci imensamente. Ela conseguiu terminar o banho e secar o pequeno. Eu, ainda perdida e confusa, nessa altura nem sabia como colocava mais a fralda, se vestia o body, ou se enrolava ele na toalha.
Foi uma sensação assustadora, de perder totalmente o controle da situação. O que mais me assustou foi que até aquele momento ele não tinha chorado nenhuma vez. Era seu segundo dia de vida e eu não tinha escutado nem sequer um resmungo. E o choro tinha que ser bem na hora do banho!!
A ladainha do banho continuou por mais uma semana. Choro toda vez que colocava na banheira e até o fim do banho, sem parar e à plenos pulmões. Eu já estava até me acostumando com o ritual diário, ele olhava a banheira com água e começava instantaneamente a gritar.
Foi aí que eu falei sobre o assunto com uma amiga, mãe de 2 meninos, e ela salvou a minha vida.
Ela me disse: já tentou colocar uma fraldinha no fundo da banheira?
- hã? Uma fraldinha? Como assim?
- Pois então: coloque uma fralda no fundo da banheira já com água, ele vai se sentir seguro pela fralda, o contato com o pano vai acalmá-lo e ele não vai se assustar mais.
Eu não pensei duas vezes, apesar de não acreditar que daria certo, não custava tentar né? Já que mal nenhum iria fazer.
E foi o que eu fiz. No momento em que ele colocou o pézinho na água, abriu o costumeiro berreiro, e então ele encostou na fralda, e foi se acalmando, acalmando até parar de chorar e curtir totalmente o banho.
É, receita de vó dá certo mesmo!!!
Então fica a dica: se seu filho não para de berrar na hora do banho, tente essa receita simples: coloque uma fraldinha no fundo da banheira. E tomara que dê tanto certo para você quanto deu para mim.
Se não der, vou dar outra dica que eu li em um site na internet: sobre banho de balde para bebê.
Mas calma, não vá correndo no tanque pegar o balde da roupa suja e colocando o pequeno lá. Não é isso. É um balde especial, feito para dar banho no bebê. Claro que tudo que é novo tem um custo e o danado do balde é meio carinho (a novidade custa 139,90 reais), é específico para os nenês: o plástico é atóxico, sua base é antiderrapante e há um centro de gravidade que permite estabilidade e segurança no banho. E é uma ideia que você pode pesquisar e tentar.
Segundo especialistas, é que, quando os pequeninos entram em contato com a água, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro. Quando percebem que estão em um ambiente claro, menos aquecido e aberto, ficam tensos. Bom, foi daí que obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram em 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido (até os 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundão. “É como um miniofurô: os bebês ficam em posição fetal, submersos do pescoço para baixo, e relaxam automaticamente”, diz Ana Cristina, parteira do Gama – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa.
Eu não sei se funciona, nunca testei no Francisco. Testem e se der certo venham aqui contar, ok?
Bom, depois de passado o susto inicial é preciso dizer que hoje a hora do banho é a hora mais feliz da vida do Francisco. Ele simplesmente adora o momento de ficar na água.
Então, mãe de primeira viagem, não se assuste o chororô é fase e passa. E logo você vai estar craque na arte de dar banho em bebês.
.É isso.
bjinhos
;o)










