Constatações 13/08/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, livro, papo pessoal.Tags: bebê, bebês, brincadeira de criança, constatações de uma mãe, conversa, filho, livro, mãe, papo pessoal, trabalho
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- MUITA roupa pra lavar;
- a mesma quantidade de roupa pra passar;
- muito choro, manha e birra;
- 4 horas de sono;
- comida fria no prato;
Blogueira nas horas vagas!
E Mãe em tempo integral!
bjinhos,
;o)
PS: Na foto Francisco com 2 meses de vida.
O novo hobby do Francisco! 03/07/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, filhos, papo pessoal.Tags: bebê, brincadeira de criança, cuidado, filho, filhos, hobby, mania, papo pessoal
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Francisco agora tem um hobby! Sim, esse pedacinho de gente de 1 ano e 2 meses agora tem um hobby.
Meio estranho é verdade, mas tem.
Ele deu pra catar bolinha de roupa de lã e comer.
Sim, você leu certo. Ele faz uma limpeza geral na blusa dele ou de quem está por perto e vai colocando bolinha pra dentro da boca. Mastiga e algumas vezes cospe outras engole. E é minucioso, quando a gente tá com blusa de lã e tem alguma bolinha ele vai tirando uma por uma com o maior cuidado.
Eu só percebi o ato outro dia observando que ele estava mastigando algo. Fiquei curiosa e preocupada com o que ele tinha achado no chão pra mastigar, enfiei o dedo na boca dele (método infalível para tirar coisas da boca do bebê) e retirei uma bola gigante feita de bolinhas menores de lã. Eca.
Resultado: agora tenho que ficar de olho toda vez que ele tá de blusa de lã para ver se o danado não tá comendo bolinhas.
Aff. Criança pega cada mania esquisita!
:/
bjinhos
Fraldas pra que te quero! 29/06/2009
Posted by alessandrapilar in conversa, dicas, filhos, papo pessoal, saúde.Tags: bebê, conversa, dica, dicas, estocar, experiência pessoal, filho, filhos, fraldas, mamãe, marca de fraldas, papo pessoal, qual fralda usar, saúde, teste de fraldas
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Hoje o assunto é: Fralda.
Depois que Francisco nasceu eu posso me considerar uma especialista em fraldas. Nem tanto né? hehe. Mas o fato é que nesses 435 dias de vida dele, se contarmos que ele use uma média de 8 fraldas/dia, temos:
435 x 8 = 3480 fraldas no total!!! Ufa!
Acho que posso me considerar uma especialista, né?Já troquei fralda em cada lugar que vocês não podem imaginar: desde carro, banco de praça, sala da casa de amigos, equilibrando no joelho. Coitadinho. Mas tem hora que não tem jeito e vai do jeito que der.
Nesse vai e vem de trocas e fraldas, posso dizer que já testamos quase todas as marcas existentes no mercado.
O erro de toda grávida de primeira viagem é seguir conselho dos outros que você precisa de um estoque de fraldas. Então logo que engravidei corri pra estocar as ditas. Comecei errando e comprei um monte de pacotes P (que usamos muito pouco, bebês crescem muito rápido). Daí uma amiga me alertou e comecei então a estocar as de tamanho M, que usamos muito mais. Eu, previnida que sou, comecei logo enchendo a casa com esse item de primeira necessidade do bebê.
Claro que é importante ter reserva de fralda, pois com o bebê de dias fica difícil correr atrás de fralda (apesar de você poder pedir pro marido correr na farmácia pra buscar mais, mas enfim). Sinceramente o conselho como mãe que passou por isso que eu dou para outras mamães de primeira como eu é que tenham “CALMA”. Não saiam por aí comprando pacotes e mais pacotes.
Vocês me perguntarão: Por quê?
Porque o seu bebê pode ser alérgico a determinado tipo de fralda, ou a mesma pode não suportar o volume de xixi e cocô dele e vazar e outras tantas questões que a gente nem lembra, mas que devem ser pensadas.
Pensando nisso, resolvi passar um pouco da minha experiência como mãe de primeira viagem.

Bom, aconteceu comigo o seguinte: quando grávida de 4 meses encontrei uma promoção da Fralda Cremer(*) e comprei logo diversos pacotes pra estocar. Ganhei outros tantos da mesma marca. E então Francisco nasceu, vamos às fraldas e adivinha o que aconteceu? Ele tinha alergia à ela, ficava todo empolado, vermelho e começava a assar. Resultado: pacotes e mais pacotes no armário sem utilidade e “DINHEIRO JOGADO FORA”.

Testei também a Fralda Pompom(*) mas não gostei. Pelo menos pra ele não durava muito tempo, enchia e vazava. Kilos de roupa pra lavar e passar era o resultado de um pacote dessa fralda. Ele também assava e ficava vermelhinho. Desastre total.
Partimos então para a Fralda Pampers(*) que se comportou bem com meu filhote. Segurava bem o xixi até a próxima troca e raramente vazava. Ele ficava mais tempo sequinho o que não provocava assadura. O único porém é que a fita que prende a fralda é meio solta e às vezes rasga quando vamos colocar no nenê, tem que ter cuidado. Fora isso eu aprovei e usei muito tempo. A antiga noturna era maravilhosa, aguentava uma noite inteira como prometia. Daí inventaram aquela noite e dia com a tal fita centopeia, mas eu particularmente não gostei. A fita elástica é uma ideia maravilhosa pois dá mais movimento para o bebê, mas a fralda enche logo e começa a soltar o gel. Não aguenta muito tempo de xixi do bebê e vaza.

Partimos então para a Fralda da Turma da Mônica (*) seguindo o conselho de uma amiga. Adorei. Ela tem um preço bem razoável e é bem boa. Aguenta bem os movimentos do Francisco e raramente vaza. A fita que fecha é bem firme e não rasga. Desde então é a preferida aqui em casa.
Às mamães de primeira viagem eu dou um conselho: não corram pra estocar muitos pacotes de fralda. Se quiserem se prevenir comprem um de cada marca e testem em seu bebê. Só a experiência dirá o que é melhor para vocês. De repente a fralda que não foi boa pra mim será a melhor para vocês. Cada bebê é um ser único, com um tipo de pele, alergias etc. Só testando a gente consegue descobrir o que é melhor para nossos filhos.
Espero com esse post ajudar outras mamães.
Se você teve uma experiência diferente com determinada marca citada acima, deixe seu comentário, participe. Vamos trocar nossas experiências! Podemos dessa forma ajudar outras mamães a sanar suas dúvidas.
beijinhos,
;o)
(*)PS.: Usei as marcas citadas e tudo o que eu escrevi é minha experiência pessoal. Não quer dizer que essa ou aquela seja melhor ou pior. Tudo o que está descrito foi o que aconteceu no meu caso com meu filho.
Pequenas conquistas e descobertas. 16/06/2009
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Mãe fica feliz com pouca coisa, né?
Se você é mãe vai entender do que eu to falando. Francisco ontem tava no quarto com a vó e eu preparando o banho dele. De repente eu saio do quarto da vó e fecho a porta, claro que ele abriu o maior berreiro.
Mas, junto com o berreiro ele olhou pra vó bem sério e disse:
- Mamá bó!
Traduzindo: Mamãe foi embora!!!
Que lindo!!! Eu não vi, mas minha mãe contou que ele falou direitinho. E virava a mãozinha como eu fiz ontem quando a música acabou e eu falei ABOOO!
Essas pequenas conquistas do dia a dia são deliciosas!
.É isso.
Primeira palavra! 11/06/2009
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Pois é, você passa 40 semanas barriguda, disforme, com dores nas costas, nas pernas, com uma azia de matar, não serve mais em roupa nenhuma, não dorme bem, fica com um nariz gigante e o pequeno vem ao mundo com a cara do pai!
E agora mais essa: ele falou.
Falou sim, bem declarado pra todo mundo ouvir e entender. Mas não foi somente um dadadá, ou mamamá, ou qualquer coisa do gênero. Foi palavra bonita de boca cheia e cabeça erguida.
E sabe qual foi a primeira palavra do Francisco? Adivinhem: PAIIIII.
Com muitos “Is” no final pra não deixar dúvida. Pode uma coisa dessas?
Pois é a mais pura verdade. E eu?
Pois bem, eu continuo sendo a Mé! Será que tenho cara de manguaça??? É a pergunta que não quer calar.

O Filho e o Pai
.É isso.
Engatinhar é necessário para o desenvolvimento. 08/06/2009
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Muitas vezes os pais acham que se o bebê andar logo é por que ele é mais inteligente ou mais esperto. Mas você sabia que é muito importante para o desenvolvimento neurológico do bebê que ele engatinhe?
Pois é a mais pura verdade.
Todas as etapas do desenvolvimento de uma criança são igualmente importantes, mas o engatinhar estimula o desenvolvimento sensório-motor. Pular a fase do engatinhar pode trazer prejuízos no desenvolvimento da criança.

Francisco engatinhando aos 8 meses
Estudos realizados pelo Instituto de Psicologia Neurofisiológica de Chester, na Inglaterra, indicam que os bebês são colocados muito tempo sentados em cadeiras e pouco tempo no chão, impedindo a oportunidade de engatinhar, levando a prejuízos na fala e escrita.
A partir do sétimo mês, aproximadamente, os bebês começam a perceber que eles e as mães não são a mesma coisa. Juntamente com essa consciência vem também a consciência de seu corpo. O bebê vai então desfrutar de uma incrível sensação de liberdade. Ele estará apto para realizar as primeiras expedições pela casa.
“É a descoberta de um novo mundo, a criança cria novas relações espaciais e ganha um repertório mais amplo”, afirma Dr. Mauro Muszkat,. Agora tudo é uma ação motora.“A partir da experiência corporal, das novas vivências, o bebê constrói imagens e pensamentos”, acrescenta a psicomotricista Izabel Bicudo.
O desenvolvimento das crianças pode ser avaliado por três aspectos: neuromotor, anato-fisiológico e psicológico. O primeiro é responsável pela consciência do eixo corporal, que é fundamental para o equilíbrio e as noções de lateralidade (percepção do que está à direita ou à esquerda, na frente ou atrás…). O segundo está ligado ao fortalecimento muscular, à formação da curvatura cervical e lombar, posicionando a coluna de forma mais correta, e à curva plantar, que o pezinho do bebê não tinha antes. Nessa fase de início de independência, de autonomia e mobilidade, a criança descobre que a mãe é uma coisa e ela outra.
“Até então, o bebê achava que ele e a mãe eram a mesma pessoa. O desenvolvimento psicológico surge a partir das experiências corporais”, completa Izabel.
Então, coloque seu filho no chão e deixe que ele ganhe o mundo.
Ok, você vai me perguntar: mas meu filho já anda, e não engatinhou, e agora? Ele não se desenvolverá por causa disso?
Na verdade mesmo que ele tenha pulado essa fase importante e já esteja andando, você pode estimula-lo a engatinhar com brincadeiras. Estimule-o a engatinhar espalhando brinquedos de seu interesse pela casa, você também pode imitar o ato de engatinhar, logo ele achará um barato engatinhar atrás de você e vai adorar a nova brincadeira. O importante é que ele não pule essa fase.
A vivência que a criança adquire arrastando-se pelo chão é fundamental para o amadurecimento do mesencéfalo – parte do cérebro responsável pela remessa de mensagens ligadas à realização de movimentos. Com o deslocamento do bebê, os dois hemisférios cerebrais passam a trabalhar unidos.
E o mais importante: não tenha receio de seu filho engatinhar. Deixar a criança no chão é ótimo para o desenvolvimento dela. Prepare o ambiente para que fique seguro e confortável. Cuidado com tomadas, quinas de mesa e outras situações que possam colocá-lo em perigo. Se achar necessário faça alguns possíveis caminhos nessa posição, você poderá observar o ambiente pela visão do bebê e terá mais chances de notar situações perigosas.
O Francisco está com 1 ano e 1 mês e ainda está na fase do engatinhar. E todos me perguntam se ele já anda: não. Ele se apoia nas coisas, levanta, anda encostado nas paredes, mas não teve ainda coragem pra se lançar por aí. E tudo bem, cada criança é única e tem seu tempo para as coisas. Acho que o maior problema são os pais querendo apressar as coisas. Enquanto ele estiver com o desenvolvimento perfeito como está até agora, deixa que ele descubra o mundo no tempo dele.
Quando ele tiver que andar, vai andar. Enquanto isso deixa que o sistema neurológico dele continue se desenvolvendo.

Francisco explorando a casa aos 11 meses
.É isso.
Para início de conversa 03/06/2009
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Você vai me perguntar o motivo pelo qual criei esse blog, e talvez eu te responda. Talvez não.
Opa, desculpa lá. Não é nada disso.
A ideia do blog surgiu da minha experiência como mãe de primeira viagem. E nas descobertas do dia a dia de mãe eu sentia falta de um espaço para compartilhar experiências. Tá certo que tem muita coisa pela internet, mas navegando pela rede senti falta de uma abordagem mais pessoal sobre o assunto, de mães como eu que aprendem na prática. Foi então que veio a ideia de escrever sobre o assunto e compartilhar com outras mães a rotina diária de uma mãe de primeira viagem com seu filho.
Bom, pra começar devo dizer que nunca fui muito maternal. Filha única, não tive irmãos menores pra cuidar e nem primos. E nas brincadeiras eu quase sempre era a filha, pois sempre fui a menor. Se alguém me perguntasse alguns anos atrás o que eu queria ser, a última coisa que eu poderia responder era ser mãe. Então imagina a minha surpresa quando descobri a gravidez não planejada. Primeiro foi um susto, depois veio o medo do que estava pra acontecer.
Depois que passou a surpresa inicial eu comecei finalmente a encarar o desafio da maternidade. E entrei de cabeça nele. Comecei a ler tudo sobre o assunto, desde livros, blogs, jornais, enquetes, sites, pacotes de fraldas, bula de remédio… ufa! (esqueci de comentar que sou leitora compulsiva, do tipo que treme em frente a uma livraria).
Armada até os dentes com todo o tipo de informação, passei 40 semanas me preparando para o momento de ter meu filho nos braços. E para finalmente me tornar mãe no dia 19 de Abril de 2008. Sim, meu polaco nasceu no dia do índio. hehe. E veio ao mundo saudável, lindo e perfeito. Claro que no exato momento em que ele foi colocado nos meus braços tudo mudou e instintivamente eu me tornei mãe. Depois de passada a tremedeira pós-parto (eu não sabia que se podia tremer tanto, até pensei que ía ter um treco).
A partir daquele momento eu sabia que nada mais seria igual: Nunca mais uma noite inteira de sono, nem ao menos uma refeição quente. Mas todo o sacrifício vale a pena com um olhar e um sorriso do Francisco.
Pretendo, portanto, escrever sobre esse dia a dia com meu filho e sobre minha experiência como mãe. Vou avisando que não vou escrever de modo cronológico (já que meu filho já está com 1 ano e quase dois meses), e sim relatar o meu dia a dia nesse primeiro ano do Francisco, os momentos que passamos juntos, a primeira febre alta, o primeiro dia na escola, a primeira noite no quarto dele, minha gravidez e os momentos de tensão. Enfim, quero aqui tratar sobre o assunto e tentar ajudar outras mães de primeira viagem com a minha experiência pessoal.
Mas apesar desse blog ser pessoal, quero também encontrar matérias interessantes que possam servir de apoio para outras mães, dicas de produtos para bebês e para gestantes, testes com produtos e o que a minha experiência comprovou e comprovará. Então esse também será um espaço de utilidade pública e conto com sua ajuda para que fique bem completo. Quando tratar de um assunto que eu não conhecer pessoalmente, tentarei pesquisar antes de publicar qualquer coisa, pra não dar dicas de coisas sem saber ao certo se são confiáveis, ok?
Então ficamos assim: conto pra vocês minha experiência e vocês fiquem à vontade para compartilhar as suas.
Vamos a isso?
Bem vindos ao Conversa pra Mãe Dormir – um espaço de utilidade pública para a mãe de primeira viagem!







