E nasce uma mãe! 19/05/2010
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Tem uma propaganda que diz que quando nasce um bebê, nasce também uma mãe. E ela cabe direitinho na história que eu vou contar hoje. Só que com a diferença que essa mãe nasceu há dois anos atrás.
Não, não é minha história (apesar de ser um pouco minha também). Hoje peço licença para as amigas que vem aqui ler um pouco das aventuras do Chico (e até das minhas como mãe) para compartilhar com vocês uma história de dor, medo, espera, mas sobretudo de AMOR.
continue lendo… (mais…)
Feliz aniversário, meu bebê!!! 19/04/2010
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Estava preparando um post especial de aniversário para o Francisco, que hoje completa 2 aninhos. Mas tive alguns contratempos essa semana, inclusive fiquei sem meu computador e todas as fotos estão nele. Enfim, mesmo assim o post (e uma promoção especial – fiquem ligadas) vai sair até o final da semana.
Enquanto isso, não posso deixar de comemorar os 2 anos mais felizes da minha vida, pois são os dois anos de vida do Francisco!!! E para isso, resolvi escrever aqui uma cartinha e compartilhar com todas vocês essa emoção que é ser mãe!
“Feliz aniversário, meu bebê!”

Há dois anos atrás, num dia cinzento tipicamente curitibano, eu acordei estranha e com a certeza que aquele seria um dia diferente. Era um sábado frio, chuvoso, mas nem a garoa fina que caia tirava o brilho que tinha aquele dia. Mesmo sem saber eu sentia que aquele seria um dia diferente.
Eu e seu pai rumamos para a maternidade, mais por desencargo de consciência do que qualquer outra coisa. O médico foi categórico dois dias antes nos falando que se até sábado não estourasse a bolsa ou eu sentisse qualquer coisa diferente era para irmos pra lá, somente para exames e ver como estava o processo.
Nos levantamos, nos arrumamos, e lá fomos nós. Como em tantos outros dias de exames e consultas, demora, espera, cansaço, tudo junto a 17 quilos a mais, uma azia chata e incômoda. Você estava estranhamente quieto naquele dia, quase não me chutou. Depois de horas infindáveis de espera, fui finalmente atendida e o médico falou que não seria naquele dia, a dilatação era a mesma e teríamos que esperar um pouco mais. Que eu voltasse tranquila pra casa e esperasse a bolsa estourar para voltar. Fui me trocar, mas em seguida o médico voltou e disse que tinha mudado de ideia e que ele induziria o parto. Pois eu já estaria completando 40 semanas no dia seguinte e em função da diabetes gestacional poderíamos ter alguma complicação. Fui então falar com seu pai, na sala de espera, dizendo que você estava chegando!!!
Susto, medo, emoção, felicidade, apreensão. Um misto de sentimentos nos passou pela cabeça. Nem a mala da maternidade estava no carro, muito menos a câmera. E a sensação de que a qualquer momento minha vida mudaria para sempre.
Toda paramentada com aquelas roupas engraçadas lá fui eu, andando, para a sala de pré-parto. Seu pai teve que ficar esperando no corredor só segurando a ansiedade e sem saber o que tava acontecendo lá dentro. O médico veio então fazer o toque para ver como estava o processo e nesse exato momento a bolsa estourou e tudo deu início. Foi o trabalho de parto mais rápido e tranquilo daquele dia, em uma hora e meia eu estava com você nos braços, mamando feito um bezerro. E foi lindo aquele momento, meu filho. Você agora não era só uma imagem borrada numa tela esquisita, ou um pé que passeava pela minha barriga e me chutava as costelas vez ou outra. Você era a vida em forma de pequenas mãos, pés, olhinhos e tudo o mais.
Passamos um longo momento nos conhecendo, eu conversei baixinho no teu ouvido. A família toda começou a ligar para o papai querendo saber de você e ele todo orgulhoso tirou sua primeira fotinho, não do jeito que imaginávamos, mas no celular mesmo. Tudo bem, você estava ali. Tudo o que tínhamos planejado e sentido até aquele momento não era nada em comparação com a sua chegada. Nada mais tinha importância agora, só a sua vida e a sua chegada nesse planeta.
Hoje acordei e tentei me lembrar da minha vida antes de você e simplesmente não consigo. Parece que tudo o que me lembro é desde o dia 19 de Abril de 2008, o dia em que o meu coração passou a bater fora do peito e atender pelo nome de Francisco.
E nesse meio tempo, 2 anos exatamente, tivemos nossos contratempos, nossos altos e baixos, suas dores, minhas dores. Mas nada mais tem importância na minha vida se não for por você. Tudo, exatamente tudo o que penso e faço agora é pensando em você. Eu que nunca me imaginei mãe, agora sinto como se nunca tivesse deixado de ser.
Obrigada mais uma vez, meu filho, por me fazer uma pessoa melhor. Obrigada por mudar meus paradigmas. Obrigada por tudo e pela sua presença agora. Temos muito a aprender um com o outro nessa vida e espero ter sempre a solução para seus problemas e para suas dores. Mas espero que possamos juntos crescer e que nossa relação de mãe e filho sempre evolua de forma positiva.
Hoje te vejo ensaiando as primeiras palavras, frases, pensamentos. Hoje te vejo com vontades, birras, manias. Vejo um pouco de mim (em defeitos e virtudes), vejo um pouco do seu pai, mas vejo principalmente você, na sua singularidade. Ser único e especial. Que existe independente de qualquer coisa e que vai continuar existindo de uma forma ou de outra independente de mim ou do seu pai. E você tem tudo para ser uma pessoa do bem, amiga e companheira, um homem de caráter e com dignidade. Você tem isso dentro de você. Você tem, também, a dignidade e o caráter do seu avô Francisco, tem a malandragem e a arte da sua avó Tita, tem a paciência e a tranquilidade do seu avô Dimas e tem principalmente a garra e a vontade de viver da sua avó Nilza. Os quatro estão hoje felizes zelando por você. E tenho certeza que serão seus anjos-da-guarda para sempre. Você é o melhor de nós todos, meu filho. Uma mistura bem brasileira e equilibrada de Silvas, Santos, Menghinis e Schimanskis.
Mas você é essencialmente VOCÊ e te amamos por isso. Seja sempre autêntico e fiel à suas convicções, mas saiba ser flexível e mudar de opinião vez ou outra. Nem sempre estamos certos no que pensamos, meu filho. E essa é a primeira lição de vida que você deve aprender.
Feliz aniversário meu xpinguinho, paçoca mistulinha, paçoquinha, Chico, Ico, Ito.
Feliz aniversário, meu bebê.
Meu Francisco!
Te amo!
bjinhos
Mamãe”
19 de Abril de 2010.

Meu bebê já é um mocinho!

Constatações 13/08/2009
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- MUITA roupa pra lavar;
- a mesma quantidade de roupa pra passar;
- muito choro, manha e birra;
- 4 horas de sono;
- comida fria no prato;
Blogueira nas horas vagas!
E Mãe em tempo integral!
bjinhos,
;o)
PS: Na foto Francisco com 2 meses de vida.
Pequenas conquistas e descobertas. 16/06/2009
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Mãe fica feliz com pouca coisa, né?
Se você é mãe vai entender do que eu to falando. Francisco ontem tava no quarto com a vó e eu preparando o banho dele. De repente eu saio do quarto da vó e fecho a porta, claro que ele abriu o maior berreiro.
Mas, junto com o berreiro ele olhou pra vó bem sério e disse:
- Mamá bó!
Traduzindo: Mamãe foi embora!!!
Que lindo!!! Eu não vi, mas minha mãe contou que ele falou direitinho. E virava a mãozinha como eu fiz ontem quando a música acabou e eu falei ABOOO!
Essas pequenas conquistas do dia a dia são deliciosas!
.É isso.
Escola e bebês: como tomar essa decisão. 15/06/2009
Posted by alessandrapilar in brincadeira de criança, conversa, dicas, educação, escola, filhos, papo pessoal, Uncategorized.Tags: a hora de escolher, bebê, bebês, brincadeira de criança, como escolher a escola, conversa, decisão, desenvolvimento, dica, dicas, educação, escola, escolha, filhos, mãe, papo pessoal, Uncategorized
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Quando decidimos colocar o Francisco numa escolinha, choveu críticas e questionamentos. A família e os amigos diziam que ele era muito novinho (11 meses quando foi pra aula pela primeira vez), de que era cedo, que podíamos esperar ele crescer mais um pouquinho. Mas é fácil você falar e criticar, difícil é ter um bebê em casa que quer atenção o tempo todo, e você tem casa pra cuidar, trabalho pra fazer, faculdade pra terminar. Essas coisas não passam pela cabeça das pessoas, que cada um tem suas atividades diárias e que não podem ficar paradas. E se você trabalha em casa, como eu, as pessoas não acham que seja um grande problema ter que ficar atrás do bebê engatinhando pela casa toda.
Depois de muito pensar e repensar, analisar prós e contras e finalmente decidir que já era hora comecei então uma pesquisa nas escolas próximas de casa. Peguei informações na internet, folders, informações com outros pais e reuni todo o material necessário para decidir qual era a melhor opção no caso do meu filho.
É importante, nesse momento de escolha do local que você tenha toda a informação possível sobre o estabelecimento que vai cuidar do seu filho. Você deve ficar segura que ele estará bem cuidado e que a escola reúna todas as condições para melhor atender o pequeno, na fase em que ele se encontrar.
No meu caso, decidi por dois colégios que eu já conhecia de nome e de indicações de amigos, e que cabiam no meu orçamento. Agora faltava visitar o espaço e ver se as escolas atendiam todas às minhas expectativas quanto ao espaço e ambiente. Acho esse o ponto mais importante: nós, como pais e mães, precisamos estar seguros que nossos filhos estarão bem e que o ambiente esteja de acordo com nossos interesses.
Armada de todas as informações segui rumo à primeira escola pra visitar o espaço e entender a metodologia da mesma. Já na portaria me repassaram um folder com preços e informações sobre a escola. Perguntei se era possível visitar a sala, conhecer as professoras, conhecer a escola e eles me informaram que não era possível. Como assim? Vou deixar meu filho de menos de um ano em um local que eu não conheço? Pra mim essa informação foi decisiva sobre o estabelecimento. Não tinha adaptação para ele, eu o entregaria para a professora e não teria nem como conhecer o ambiente em que ele estaria. Pra mim não dava.
Vamos então à segunda opção. Entrei na escola pedindo informações e uma coordenadora muito simpática me pegou pelo braço e me levou ao espaço destinado para os pequenos, e me explicou detalhadamente como tudo funcionava ali. Logo depois veio a diretora e me levou para conhecer todo o ambiente da escola, explicou como funcionava a alimentação dos pequenos, me disse que ele teria que fazer uma adaptação onde eu entraria na sala para ele sentir confiança e que eu poderia ficar à vontade para levá-lo o tempo que fosse necessário. No meu caso eu expliquei que não queria levá-lo todos os dias, pois não achava que era necessário agora no começo que ele ficasse tanto tempo na escola. E ela me explicou que eu decidiria o que seria melhor para meu filho.
O ambiente era seguro, totalmente preparado para os pequenos, a sala de aula totalmente esterilizada, onde precisávamos colocar uma pantufa para entrar em sala e esterilizar as mãos com álcool. Se eu estava com dúvidas, todas se dissiparam naquele momento, aquele era o ambiente para acolher meu filho nesse primeiro contato dele com a escola.
O mais importante é você colocar na balança o que é importante para você como mãe e pai. Não siga o que os outros pensam sobre o local, vá até lá e tire suas próprias conclusões. Afinal é o seu filho que você vai deixar com essas pessoas, e você deve confiar totalmente no estabelecimento.
Fizemos dois dias de adaptação, a mais rápida da turma segundo a professora. O Francisco já ficou totalmente à vontade desde o primeiro momento. E me deu tchau no segundo dia, pulando para o colo da professora, quer dica maior de que ele gostou do lugar? Eu não tive dúvidas e estou totalmente feliz com minha escolha.

A prova de que o Francisco gostou da escola!
Então é isso, se você decidir que chegou a hora de colocar seu bebê numa escola, faça uma lista do que é importante para você que a escola forneça. Pra mim pode ser uma coisa e pra você outra, então é muito importante que a gente siga a intuição e faça uma análise bem séria de prós e contras até decidir pela melhor opção. E não hesite em perguntar, tirar dúvidas, fazer questionamentos, visitar o espaço, conhecer pessoalmente as professoras.
Veja algumas coisas que você deve observar quando for visitar a escola:
- O ambiente: é amplo, arejado, oferece condições para o bebê, possui escadas ou outros espaços que possam ser perigosos para o bebê.
- A alimentação: deve ser levada de casa, tem estrutura confiável para fazer as refeições do bebê, conta com nutricionistas, possui um cardápio.
- A sala de aula: é segura, tem um local para trocas de fraldas separado, possui um espaço para sonecas, possui brinquedos educativos e de estimulação do bebê.
- As professoras: quantas pessoas vão cuidar dos bebês, são muitas crianças no mesmo espaço, tem uma professora só.
- Atividades extras: aula de musicalização, hora do conto, teatro, atividades que possam fazer o bebê ser estimulado. Como são feitas e por quem? É a própria professora que trabalha isso com as crianças?
Essas são algumas ideias do que você deve perguntar. Adapte as informações e o que você vai perguntar ao que você acha importante.
Converse, questione, pergunte. Tenha certeza de que o espaço é ideal para a educação do seu filho. A escola deverá atender a todas as suas expectativas e se for confiável não hesitará em te responder a todos os questionamentos prontamente.
Esse é um assunto delicado e longo. Poderia falar sobre isso por horas, mas acho que já falei demais.
É isso.
PS: Se você tem algum tipo de experiência diferente com a escolha da escola do seu filho, não deixe de entrar em contato e contar pra mim. Ok?
PS2: Não estou aqui fazendo propaganda de nenhum estabelecimento, em função disso suprimi o nome das escolas citadas.
O Banho e o Choro: combinação fatal! 05/06/2009
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Mãe de primeira viagem fica totalmente apavorada na hora do primeiro banho. Se você não ficou parabéns pra você.
Eu fiquei. Tanto que na maternidade quem deu o banho foi a enfermeira. Mas o segundo banho do Francisco (e o meu primeiro banho num nenêm) foi totalmente desajeitado, e assustador.
Como eu falei no post anterior, eu li tudo sobre o assunto e nesse tudo está incluído como dar banho, como segurar o bebê, vi vídeos na internet de um banho num bebê. E achava (santa ignorância) que seria a coisa mais natural do mundo, que ele estaria calminho como o bebê da internet. Mas na hora do “vamo vê” era eu, o Francisco, a banheira e Deus!!! hehe. Brincadeiras à parte, primeiramente o pequeno começou a gritar em contato com a água, e pra meu desespero não parou mais. Quanto mais eu tentava acalmá-lo e me acalmar, mais ele berrava a plenos pulmões.
Tá, eu sabia que talvez ele chorasse no primeiro banho. Mas não esperava que seria assim um berreiro sem fim. E isso foi me apavorando, eu nem sabia mais o que fazer. Se colocava o sabonete, se lavava a cabeça, se limpava o bumbum, se tirava ele da água sem lavar. Uma outra mãe (já descolada, na 3ª filha) veio me socorrer e me ajudar a terminar com o banho dele. Mico total! hehehe. Mas a gente tem que dar a mão à palmatória que não nasce sabendo tudo, e eu recebi a ajuda e agradeci imensamente. Ela conseguiu terminar o banho e secar o pequeno. Eu, ainda perdida e confusa, nessa altura nem sabia como colocava mais a fralda, se vestia o body, ou se enrolava ele na toalha.
Foi uma sensação assustadora, de perder totalmente o controle da situação. O que mais me assustou foi que até aquele momento ele não tinha chorado nenhuma vez. Era seu segundo dia de vida e eu não tinha escutado nem sequer um resmungo. E o choro tinha que ser bem na hora do banho!!
A ladainha do banho continuou por mais uma semana. Choro toda vez que colocava na banheira e até o fim do banho, sem parar e à plenos pulmões. Eu já estava até me acostumando com o ritual diário, ele olhava a banheira com água e começava instantaneamente a gritar.
Foi aí que eu falei sobre o assunto com uma amiga, mãe de 2 meninos, e ela salvou a minha vida.
Ela me disse: já tentou colocar uma fraldinha no fundo da banheira?
- hã? Uma fraldinha? Como assim?
- Pois então: coloque uma fralda no fundo da banheira já com água, ele vai se sentir seguro pela fralda, o contato com o pano vai acalmá-lo e ele não vai se assustar mais.
Eu não pensei duas vezes, apesar de não acreditar que daria certo, não custava tentar né? Já que mal nenhum iria fazer.
E foi o que eu fiz. No momento em que ele colocou o pézinho na água, abriu o costumeiro berreiro, e então ele encostou na fralda, e foi se acalmando, acalmando até parar de chorar e curtir totalmente o banho.
É, receita de vó dá certo mesmo!!!
Então fica a dica: se seu filho não para de berrar na hora do banho, tente essa receita simples: coloque uma fraldinha no fundo da banheira. E tomara que dê tanto certo para você quanto deu para mim.
Se não der, vou dar outra dica que eu li em um site na internet: sobre banho de balde para bebê.
Mas calma, não vá correndo no tanque pegar o balde da roupa suja e colocando o pequeno lá. Não é isso. É um balde especial, feito para dar banho no bebê. Claro que tudo que é novo tem um custo e o danado do balde é meio carinho (a novidade custa 139,90 reais), é específico para os nenês: o plástico é atóxico, sua base é antiderrapante e há um centro de gravidade que permite estabilidade e segurança no banho. E é uma ideia que você pode pesquisar e tentar.
Segundo especialistas, é que, quando os pequeninos entram em contato com a água, logo se lembram do meio aquático do útero, um lugar fechado, escuro, quente e seguro. Quando percebem que estão em um ambiente claro, menos aquecido e aberto, ficam tensos. Bom, foi daí que obstetras e parteiros de maternidades na Holanda criaram em 1997 um baldinho pensando em transmitir ao bebê recém-nascido (até os 6 meses de idade) uma transição tranquila do útero para o mundão. “É como um miniofurô: os bebês ficam em posição fetal, submersos do pescoço para baixo, e relaxam automaticamente”, diz Ana Cristina, parteira do Gama – Grupo de Apoio à Maternidade Ativa.
Eu não sei se funciona, nunca testei no Francisco. Testem e se der certo venham aqui contar, ok?
Bom, depois de passado o susto inicial é preciso dizer que hoje a hora do banho é a hora mais feliz da vida do Francisco. Ele simplesmente adora o momento de ficar na água.
Então, mãe de primeira viagem, não se assuste o chororô é fase e passa. E logo você vai estar craque na arte de dar banho em bebês.
.É isso.
bjinhos
;o)
Para início de conversa 03/06/2009
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Você vai me perguntar o motivo pelo qual criei esse blog, e talvez eu te responda. Talvez não.
Opa, desculpa lá. Não é nada disso.
A ideia do blog surgiu da minha experiência como mãe de primeira viagem. E nas descobertas do dia a dia de mãe eu sentia falta de um espaço para compartilhar experiências. Tá certo que tem muita coisa pela internet, mas navegando pela rede senti falta de uma abordagem mais pessoal sobre o assunto, de mães como eu que aprendem na prática. Foi então que veio a ideia de escrever sobre o assunto e compartilhar com outras mães a rotina diária de uma mãe de primeira viagem com seu filho.
Bom, pra começar devo dizer que nunca fui muito maternal. Filha única, não tive irmãos menores pra cuidar e nem primos. E nas brincadeiras eu quase sempre era a filha, pois sempre fui a menor. Se alguém me perguntasse alguns anos atrás o que eu queria ser, a última coisa que eu poderia responder era ser mãe. Então imagina a minha surpresa quando descobri a gravidez não planejada. Primeiro foi um susto, depois veio o medo do que estava pra acontecer.
Depois que passou a surpresa inicial eu comecei finalmente a encarar o desafio da maternidade. E entrei de cabeça nele. Comecei a ler tudo sobre o assunto, desde livros, blogs, jornais, enquetes, sites, pacotes de fraldas, bula de remédio… ufa! (esqueci de comentar que sou leitora compulsiva, do tipo que treme em frente a uma livraria).
Armada até os dentes com todo o tipo de informação, passei 40 semanas me preparando para o momento de ter meu filho nos braços. E para finalmente me tornar mãe no dia 19 de Abril de 2008. Sim, meu polaco nasceu no dia do índio. hehe. E veio ao mundo saudável, lindo e perfeito. Claro que no exato momento em que ele foi colocado nos meus braços tudo mudou e instintivamente eu me tornei mãe. Depois de passada a tremedeira pós-parto (eu não sabia que se podia tremer tanto, até pensei que ía ter um treco).
A partir daquele momento eu sabia que nada mais seria igual: Nunca mais uma noite inteira de sono, nem ao menos uma refeição quente. Mas todo o sacrifício vale a pena com um olhar e um sorriso do Francisco.
Pretendo, portanto, escrever sobre esse dia a dia com meu filho e sobre minha experiência como mãe. Vou avisando que não vou escrever de modo cronológico (já que meu filho já está com 1 ano e quase dois meses), e sim relatar o meu dia a dia nesse primeiro ano do Francisco, os momentos que passamos juntos, a primeira febre alta, o primeiro dia na escola, a primeira noite no quarto dele, minha gravidez e os momentos de tensão. Enfim, quero aqui tratar sobre o assunto e tentar ajudar outras mães de primeira viagem com a minha experiência pessoal.
Mas apesar desse blog ser pessoal, quero também encontrar matérias interessantes que possam servir de apoio para outras mães, dicas de produtos para bebês e para gestantes, testes com produtos e o que a minha experiência comprovou e comprovará. Então esse também será um espaço de utilidade pública e conto com sua ajuda para que fique bem completo. Quando tratar de um assunto que eu não conhecer pessoalmente, tentarei pesquisar antes de publicar qualquer coisa, pra não dar dicas de coisas sem saber ao certo se são confiáveis, ok?
Então ficamos assim: conto pra vocês minha experiência e vocês fiquem à vontade para compartilhar as suas.
Vamos a isso?
Bem vindos ao Conversa pra Mãe Dormir – um espaço de utilidade pública para a mãe de primeira viagem!







